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Amsterdã – Dicas incríveis para mochileiros veganos

NetherlandsEm abril de 2015 nós fomos para Amsterdam conhecer nada mais e nada menos do que o incrível parque Keukenhoff, que abriga uma das maiores coleções de tulipas de todo mundo. Além deste parque, é possível visitar várias outras atrações próximas de Amsterdam, além da própria cidade, que abriga diversos museus, parques e até um “açougue” vegetariano. Isso mesmo! Um “açougue” vegetariano. Fomos conferir o holandês “Vegetarian Butcher”, mas aqui também passaremos dicas de como conhecer Amsterdam economizando e ainda saboreando deliciosas opções veganas

Confira as dicas abaixo:
Quantos dias?
Nossa viagem durou 4 dias e dormimos 3 noites no hostel, assim nós resolvemos separar o roteiro por cada dia, o qual pode ajudar pessoas que querem saber o que conhecer em um, dois, três ou quatro dias, dependendo da disponibilidade.

Transporte

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Nós pegamos um voo da “Easy Jet”, uma companhia de baixo custo europeia. Nosso ponto de partida foi o aeroporto de Gatwick, em Londres, e o ponto de chegada foi o aeroporto de Schiphol, em Amsterdã. Se você não veio do Brasil e está mochilando pela Europa, você pode chegar de ônibus ou de trem. Nós não tivemos boa experiência com o ônibus na visita que tivemos para Paris, mas é a opção mais barata. Você pode pegar um ônibus noturno e economizar uma noite no hostel, mas espere não dormir, passar frio e se estressar para pegar um banco, principalmente se você está em grupo ou casal, pois não tem acento marcado. Se for de avião, Easy Jet e Ryanair são opções de companhias baratas.

Acomodação
Chegamos na terça à tarde, então economizamos uma noite no hostel. Escolhemos o Flying Pig Uptown, que tem uma localização excelente, do lado do Vondelpark e dos museus. Recomendamos este hostel, pois você economiza dinheiro com transporte.

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Chegamos na terça à tarde e, ao chegar no hostel, deixamos as mochilas e fomos comprar comida do café da manhã, almoço e janta em um supermercado. Nós sempre preferimos comprar tudo antes, ao invés de comer em restaurantes ou comprar lanches prontos. Deste modo, nós economizamos muito.

O que compramos?

Pão para lanches – almoço e janta do dia seguinte
1 litro de Leite de amêndoas (comum e barato na Europa Ocidental) – café da manhã de todos os dias
Bananas – café da manhã
Homus – almoço e janta do dia seguinte
Alface e tomate cereja pré-lavados – almoço e janta do dia seguinte
Chocolate amargo – lanche
Bombons com licor de cereja veganos – achamos um bombom barato e resolvemos experimentar.
2 Hambúrgueres de tofu – almoço e janta do dia seguinte

O que visitamos?

Praça I AMsterdam

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Lado de fora do Rijksmuseum

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Canais de Amsterdã

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Janta no Maoz

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Como ficamos fora do hostel, não deu tempo de preparar os lanches e por isso, comemos no Maoz. Perto dos canais ao lado do Rijksmuseum fica um Maoz. Este restaurante vende comida vegetariana e vegana fast food. Na realidade, você tem a opção de comer wraps com falafel e colocar recheios dentro, como azeitonas, saladas etc. Alguns são veganos e outros não, então atenção! A batata frita também quebra um galho.
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Zaanse Schans

Como chegar em Zaanse Schans
Para chegar em Zaanse Schans, você deve pegar o ônibus 391 da companhia Connexion na Amsterdam Centraal. Do seu hostel, pegue um bonde (ou tram) para a Amsterdam Centraal e depois pegue o 391 para Zaanse Schans. Compre com retorno, pois sai mais barato. O ônibus da volta sai do mesmo ponto, em que se desce para o museu e tem o mesmo número, pois é circular.
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Preparamos nossos lanches com pão integral, hambúrguer de tofu, saladas e homus e fomos conhecer um lugar especial, que quase ninguém conhece: Zaanse Schans. Zaanse Schans é conhecida como o maior museu a céu aberto do mundo. Indo lá, você pode ver um pedaço da Holanda dos tempos antigos, com suas casinhas de madeira e moinhos de vento funcionando. Para entrar nos museus, paga-se uma entrada de 3 euros. Nós fomos em um que moía pedras para produzir pó para corante. Foi bem interessante ver e entender como os corantes de roupas eram feitos no passado e quais minerais eram necessários para dar a cor vermelha, azul e amarela, por exemplo. Vale a pena entrar em um e subir perto das pás.

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Visitar Zaanse Schans dá mais ou menos uma manhã inteira e meia tarde, mas é possível ver mais ou ficar menos. Nós decidimos não ficar na correria, mas voltamos cedo para pegar o museu Van Gogh.
Van Gogh
Fomos ao Museu Van Gogh e compramos os ingressos antes pela internet. Faça isso e economize tempo na fila.
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De noite, sobrou passear pelos canais e conhecer a vida noturna da cidade.
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Keukenhof
Parque de tulipas Keukenhof
Este era um sonho de infância. Valeu a pena do começo ao fim e indicamos este parque para todos que querem conhecer a cultura de tulipas holandesa. O ingresso é 18 euros e para chegar no parque, deve-se pegar o ônibus 858 no aeroporto internacional de Schiphol. Recomenda-se comprar o ingresso para o parque e o transporte ida e volta pela internet, pois se economiza. Vá ao site do Keukenhof e compre o kombo transporte+entrada para economizar.
Dica: o parque só abre na primavera europeia, assim se quiser conhecer este paraíso, planeje sua viagem para abril ou maio.
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Quando voltamos fomos a pé até a Casa de Anne Frank, mas não entramos no museu para economizar.
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Vondelpark
Também somos ao Vondelpark dar uma voltinha
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Rijksmuseum
Em nosso último dia, nós deixamos as mochilas no hostel e fomos visitar o Rijksmuseum. Se você gosta de arte e do Rembrandt, vale a pena. Em especial, é interessante ver como as pessoas protestantes viviam nos séculos passados.
Dica: compre o ingresso pela internet para economizar tempo.
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Depois de sair, pegamos as malas de volta no hostel e fomos conhecer o “De Vegetarische Traiteur”, conhecido como “Açougue Vegetariano”. Realmente foi uma experiência estranha e única, principalmente quando vimos um senhor pedindo tantas gramas de bife de soja, tantas de empanado de “frango”…o vendedor ia pesando tudo como em um açougue. Foi divertido! Tudo é delicioso e comemos um hambúrguer de empanado vegano sabor delicioso. Resultado compramos um para experimentar em casa.
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De Vegetarische Traiteur Amsterdam
Endereço do local:  Rozengracht 217
1016 NA Amsterdam
Voltamos!
Por que não visitamos o bairro da luz vermelha.
Bem, acredito que ninguém tem o direito de julgar a profissão do outro, pois não estamos na pele de ninguém, mas o problema de incentivar, nem que seja como turista olhando, um bairro de prostituição é que nunca vamos saber quem ali é livre e quem ali é vítima de tráfico humano e por mais que haja mais fiscalização, a realidade é que uma mulher traficada e escrava, vai mentir na cara dura que é muito livre, para não ser morta depois. Assim, não fazia sentido para nós lutar tanto para o fim da exploração animal e financiar – mesmo que sem saber e sem ter certeza – a exploração humana, vinculada, principalmente à misoginia e ao sexismo de nossa sociedade. Há pessoas que pensam diferente, então faça a sua reflexão e junte suas experiências de vida para saber se vale a pena incentivar ou não este tipo de turismo.

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