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Vítima do turismo, bebê elefante reencontra sua mãe após anos de separação

Cada vez que vejo uma foto de alguém montado em um elefante, sinto uma pontada em meu coração! Cada vez mais, brasileiros e brasileiras viajam ao Sudoeste Asiático em busca de paisagens exóticas e pelo fato de nossa moeda ser bastante valorizada em seus países, mas infelizmente, os desavisados acabam por ser atraídos por uma das indústrias mais cruéis da região, a qual sequestra e tortura bebês elefantes, forçando-os a levar turistas em suas costas. Por anos, estes animais, com alta inteligência emocional, relembram de seus pais, da dor da separação e da dor que os instrumentos de tortura causaram em suas vidas. Confinados e sem saída, estes animais, antes choram e sofrem, do que riem quando um turista decide pagar para andar de elefante.

Um destes casos e que felizmente teve um final feliz foi o de Me Bai, uma bebê elfante que foi sequestrada em 2011 por traficantes, quando tinha apenas três anos, e vendida para a indústria de turismo. Por aproximadamente mais 3 anos, Me Bai foi explorada por turistas para que ela os levassem em suas costas. Estressada e fraca pela enorme quantidade de fotógrafos em Lua de Mel ou mochileiros aventureiros, seus “donos” resolveram se livrar dela, pois ela já não aguentava mais a pressão das fotografias. Foi assim que ela foi doada para a “Elephant Heaven Sanctuary”, que acolhe elefantes resgatados. Por pressão da ONG, alguns traficantes resolveram libertar a mãe de Me Bai, Mae Yui, e elas puderam finalmente se reencontrar de maneira emocionante.

Veja o vídeo abaixo deste maravilhoso reencontro

Nunca financie a exploração animal

Se você for viajar e se deparar com andanças de camelo, lhamas, lobos siberianos, elefantes, cavalos ou outros tipos de comércio turístico que envolva animais, pense duas vezes: por trás dos sorrisos e dos desenhos, ilustrando cada jaula, há tortura e muito sofrimento. Os animais nasceram para ser livres e viver para si mesmos. Seus corpos não nos pertencem e não temos direito nenhum de usá-los para nosso “divertimento”. Boicote este tipo de serviço e, mais do que isso, divulgue esta informação para seus amigos! As pessoas, muitas vezes, não pensam, mas infelizmente, a ignorância continuará a fazer suas vítimas se não ajudarmos a dispersar a luz.

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